Amour.

  Anne: It's beautiful. Georges: What? Anne: Life. So long.   Há filmes que nos tocam de uma maneira quase inexplicável de tão intensa. São como um abanão no corpo e na cabeça. Uma rabanada de vento que nos faz cambalear, perder ligeiramente a força nas pernas.   No domingo passado vi o Amour do Michael Haneke, filme francês de 2012, premiado ...


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cabrão do cancro.

Cabrão. Não tenho forma de começar isto de outra maneira. Nada ameniza, não há eufemismo que lhe assente. Há nomes piores para lhe chamar, isso há, ao pontapé. Era um pontapé bem dado. Filho de tantas coisas. Asneiras das pesadas e que envergonham. Cabrão chega para o efeito. Quem pensa ele que é? Diagnosticado precocemente, ...


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