Categoria Sobre o dia-a-dia

a pressão social da amamentação

Sexta-feira, Maio 4, 2018

Antes de começar este texto sublinho, desde já, que cada bebé é um bebé e cada experiência de maternidade é única, mesmo que a mãe seja a mesma. Por isso, cabe a cada um decidir o que pretende ou não fazer e que caminho seguir. Este é, somente, o meu.   Amamentei o meu filho três meses. ...

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Crítica: As últimas linhas destas mãos.

Quinta-feira, Maio 3, 2018

Na segunda-feira acordei com um e-mail que se assemelhou ao abrir de uma janela num dia de calor. Subitamente, as quatro paredes onde tenho vivido a maioria das horas dos meus dias deixaram entrar uma brisa fresca. Uma lufada de ar fresco como diz a gíria. Precisava disto. Às vezes, esqueço-me que escrevi um livro ...

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a minha mãe-avó

Quarta-feira, Abril 18, 2018

És mãe duas vezes. Sentiste todas as dores por mim, no parto e na vida, e agora sentes tudo de novo. Sentes por quem nasce e por mim que ocupo um lugar até aqui desconhecido. Até aqui só vivido por ti. És mãe duas vezes, porque trocavas de lugar comigo sempre que me dói. Sempre ...

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ser Mãe é ser Medo.

Terça-feira, Março 20, 2018

Ser mãe é ser medo. Em tudo, é ser medo. É temer as primeiras semanas de uma gravidez. Os meses indefinidos de novos sentidos. É ter dores de parto muito antes. E durante. E depois. É dar uma mama de alimento, com os olhos que choram por um corpo que se adapta e, nem sempre, ...

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O teu primeiro dia do pai.

Segunda-feira, Março 19, 2018

A vida tira. A vida dá. Em dobro. Num estado de amor ainda mais puro, mais profundo, mais intenso e honesto. Feliz primeiro dia do Pai. Ao que eu escolhi. Ao que a vida, generosamente, colocou no meu caminho para abraçar o meu filho. As fotografias deliciosas são da Célia Lopes. Página do Facebook aqui <3

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as novas linhas.

Sábado, Março 10, 2018

Hoje, às cinco da manhã e depois de adormecer um filho que teimava em parecer uma coruja, dei por mim a construir histórias imaginárias, a visualizar paisagens e famílias sentadas à mesa, a recordar episódios de infância que me apetecia transpor para o papel. Não me sentei a escrever porque a cabeça fazia efeito mola, ...

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