um Babyshower mágico.

Sendo muito honesta, sou um bocadinho contra “americanices”. A ideia de um Babyshower, utilizando o estrangeirismo, não me seduzia muito e confesso que estava reticente em permitir a sua organização. Primeiro, porque o conceito em si está um pouco desvirtuado, segundo, porque não queria que, nesta fase pré-Natal em que é difícil reunir pessoas e ter dias disponíveis, as minhas amigas tivessem esse trabalho.

 
Com alguma insistência por parte da Joana, acabei por ceder. Seria um momento simples, em família e amigas chegadas, com partilha de histórias e gargalhadas. Fotografias que eternizassem o momento e me fizessem recordá-lo, daqui a uns anos, com saudade. Jogos simples que a coluna já não me permite fazer squats ou dançar zumba, com muita pena da Tânia.

 

O tema foi o mais fantástico e mágico de sempre. Sou uma apaixonada pelo mundo do Harry Potter e digo muitas vezes, orgulhosamente, que ter pertencido ao mundo de Hogwarts na minha infância/adolescência é das melhores lembranças que carrego. Não gosto muito de coisas demasiado «bebé» e acho que as minhas amigas me conhecem tão bem como a Hermione no que toca a livros de feitiçaria. Não poderia estar mais perfeito.

 

Senti-me muito acarinhada, elogiada e mimada por todas. E, ainda bem que cedi. A vida, realmente, é mesmo feita do conjunto de memórias que vamos colhendo e semeando.

 

Obrigada.

 

O meu muggle estava imensamente feliz. Tanto que mal dormiu toda a noite.

 


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