«A Amiga Genial» e uma genialidade intemporal.

Hoje sinto-me numa balança que oscila entre o peso da melancolia e o da satisfação. Acabei ontem a tetralogia «A Amiga Genial» da Elena Ferrante e, como é habitual na minha pessoa, sinto um vazio estúpido dentro de mim. Chorei (claro) a ler as últimas linhas. Aliás, reli umas cinco vezes o capítulo final porque ...


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