Chris Cornell

Morreu o Chris Cornell. Acordei com essa notícia e senti um abalo nas vísceras. Andei para trás uns tantos anos em instantes e entoei a Be Yourself, a Hunger Strike, a Arms Around Your Love e a Thank You. São tantas cravadas em mim tal e qual como ele as canta. Como uma pedra. Fazem parte da minha adolescência. Dos meus primeiros amores e desgostos chorados. Ele próprio foi uma paixão assolapada, porque é possível amarmos uma voz. Morreu o Chris Cornell e eu, e o mundo, estamos mais pobres. Ele foi a estrada. A era da boa música, que marcou a diferença e que imortalizou uma geração. Por isso, hoje ouvi-o. E revivi tudo o que ele me deu. Em duetos com o Eddie e na versão mais fantástica da Billie Jean.

I nearly forgot my broken heart. Mas é difícil.

Descansa em paz, Chris. Que bela banda sonora tem o céu.

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